João de Jesus
Santacombadense dos sete costados, João de Jesus nasceu lá p'las bandas de Treixedo e actualmente goza a merecida aposentadoria na Coimbra dos Encantos que o adoptou, a si e à sua família, há já uns bons anos. No seu registo de nascimento devem constar aí umas seis dezenas de anos, mas se levássemos em conta a sua farta vivência... oh... oh... poderíamos sem receio acrescentar-lhe muitos mais Janeiros.
Jovial e de presença marcante, o João de Jesus é um narrador por excelência que tem a capacidade de nos relatar, com dicção notável, as suas histórias com tamanho preciosismo que a partir de um certo momento o ouvinte deliciado não sabe destrinçar onde começa a ficção e acaba a realidade. Em serão animado pelo João, o único inimigo será o tempo, esse tempo que nos rouba tempo para ouvir as suas anedotas (piadas) e, essencialmente, as suas histórias... da tropa (foi pára-quedista lá p'las matas tropicais do além-mar), da pesca (é exímio pescador, mas cremos que não mentiroso) e, enfim, do dia-a-dia em que não faltam episódios passados nos Hospitais fruto da sua experiência profissional no acompanhamento de rectaguarda ao pessoal médico.
O João de Jesus está apresentado... chegou então a hora de anunciar que, em nome da amizade, o amigo João é já parte integrante do Voz do Seven onde também já foi criado um espaço próprio para receber a sua palavra escrita.
Ao João fica então o desafio de nos deliciar com as crónicas. Aos leitores fica o desejo de que sintam prazer na leitura de seus escritos.
HISTÓRIAS
DE JOÃO DE JESUS
joaojesus_3645@clix.pt
João de
Jesus no Voz
Neves, AJ | outubro 1, 2006 08:37 PM | Voz do Seven 2 | Voz no SAPO.pt
Caro Sr. António Neves:
Dirijo estas linhas após ter acedido ao blog do Seven, par lhe afirmar o seguinte:
Conheço o Sr. João de Jesus, vão lá bastante mais de trinta anos, fomos colegas de profissão,companheiros de pesca, de serões de anedotas, e até de episódios que poderiam ter sido trágicos se não se passassem em noites Coimbrãs,onde mesmo as autoridades manifestavam de tempos a tempos alguma capacidade para se rirem e desculpabilizar irreverências próprias de alguma juventude. O João é tudo o que dizem dele na Vossa apresentação " Quem é João de Jesus" porém quando dizem"É eximio pescador mas cremos que não é mentiroso" afirmo com a auturidade que me conferem os mais de trinta anos de amizade e companheiro de pesca, que nunca houvi ao João nem uma gabarolice quanto mais uma mentira.
Grato pelo Vosso espaço,
Augusto Botelho
Sr. António Neves
Tambem eu conheço este SR. mesmo assim com letra grande é um grande amigo do meu sogro que é outro santa combadense eu por reboque tambem gosto dessa cidáde bastante acolhedora. o meu sogro já agora é o Servio que tambem deve conhecer.
Rui Silva
Eu, Neves, AJ, agradeço desde já a presença dos dois amigos neste espaço que por mim foi criado, mas que já pertence ao mundo. Recordo que este mesmo espaço não é um jornal, mas sei que mesmo de tão simples que é, não poderá, de jeito nenhum, estar imune a "reparos" já que a escrita nem sempre corre bem e também (e de bem com a minha consciência o digo) nem sempre será entendida daquela forma que este vosso humilde escriba pretende.
Como já deu para entender, a "entrada" deste meu comentário destina-se em "dar resposta" às palavras do caro Augusto Botelho quando "parte em defesa" do amigo João afirmando que "... com a autoridade que me conferem os mais de trinta anos de amizade e companheiro de pesca, que nunca ouvi ao João nem uma gabarolice quanto mais uma mentira".
O senhor "fez-me pensar" caro Botelho... e, afirmo-o com sinceridade, que fiquei deveras encavacado (jamais ofendido ou sequer chateado), remoendo para comigo mesmo se quando escrevo "exímio pescador, mas cremos que não mentiroso" estou a ofender os pescadores num geral ou o João num particular (com a palavra cremos). Talvez me tivesse precipitado e devesse ter colocado o velho "ditote" em que me baseei, uma coisinha bem simples que o senhor tão bem conhece, certamente... "AQUI SE REÚNEM CAÇADORES, PESCADORES E OUTROS MENTIROSOS"... quantos "azulejos" com tais dizeres não ornamentavam as antigas tascas por esse Portugal afora? Se fosse ofensivo, certamente que o tasqueiro teria que mudar de profissão, não?
Não vou corrigir a expressão que redigi, porque tenho a consciência bem limpa e além do mais tenho a absoluta certeza que o humor do João não lhe permitiu ficar aborrecido (se o senhor Botelho tivesse lido a "apresentação" ou redigisse o comentário num dos serões animados pelo João certamente que não seria tão formal nem levaria tão a peito as minhas palavras)... afinal qual era a minha de convidar o João a ser colaborador do Voz do Seven e "colocar a dúvida no ar"? Como ponto final no assunto, lembro que como afirmei em entrada própria (penso que o senhor não leu) o João de Treixedo era como um ídolo na pequena mente dos 7... 8 anos (talvez menos, nem sei) deste que vos escreve e com quem continuei a conviver, mesmo até na Coimbra das farras (fica o aviso de que o convívio nas farras não era necessariamente com ele) que bem conheço.
Ao amigo Rui Silva, afinal marido de uma prima minha já que o Sérvio, seu sogro, é meu terceiro primo, aquele abraço de agradecimento por ter visitado o Voz e o tradicional pedido de volte sempre...
Neves, AJ