janeiro 20, 2006
Está por marcar o funeral...

(opinião de Goulart Medeiros)

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GOULART MEDEIROS

Está por marcar o funeral da primeira vítima da cannabis

A cannabis pode vir a ser utilizada no tratamento de doenças terminais e dores crónicas, segundo prescrição médica.

quem é Goulart Medeiros
goulartmedeiros@hotmail.com
Goulart Medeiros – Democracia Directa


Criar um outro mundo é possível para combater esta Globalização. Para estas lutas, todos não somos demais. A reinvenção do mundo em que vivemos é uma tarefa apaixonante que pode e deve ser empreendida a partir de agora. Este é o meu desafio. Se quiseres, será o teu também.

Está na hora de passar à Democracia Directa!!!

A cannabis pode vir a ser utilizada no tratamento de doenças terminais e dores crónicas, segundo prescrição médica. A prescrição da cannabis deve ser autorizada pelo Ministério da Saúde e deverá ser distribuída aos doentes através das farmácias hospitalares.

A planta do “cânhamo”, “cannabis sativa”, possui cerca de 60 agentes diferentes, dos quais o mais activo é o “tetrahidrocannabinol”.

A lei portuguesa considera consumidor quem possua até 7g de haxixe ou 25g de folha de cannabis. Em Portugal, a utilização recreativa da cannabis, seja sob a forma de marijuana (as extremidades secas da planta) ou haxixe (resina recolhida das flores e folhas superiores), deixou de constituir um crime e passou a contra-ordenação, com aplicação de penalizações.

O uso medicinal da cannabis já se encontra regulamentado em vários países.

No Canadá alguns pacientes estão autorizados a possuir a substância para fins terapêuticos -, de seis estados dos Estados Unidos da América e da Holanda, em que a venda da cannabis em farmácias, mediante receita médica, foi autorizada. Na Catalunha, é possível ter-se até três plantas por pessoa.

Admito que o consumo prolongado da cannabis possa produzir efeitos secundários à saúde de alguns consumidores, os efeitos a longo prazo do consumo da cannabis, mesmo que efectuado numa base regular, são limitados.

Ainda está por marcar o funeral da primeira vítima da cannabis.

O Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed) deverá actualizar os limites da utilização terapêutica da cannabis, bem como controlar a existência e circulação da substância nas farmácias hospitalares.

Depois de concedida a autorização do Ministério da Saúde, os pacientes que pretendam utilizar a cannabis seriam identificados através de um cartão que assinale a sua autorização e posse de algumas plantas por habitação.

Se também acreditas que um outro mundo é possível, está na hora de passares à Democracia Directa!

Quem manda no mundo são os activistas…

O Anarquismo por uma Globalização Alternativa.

A Democracia Directa pelas tuas mãos…

Neves, AJ | janeiro 20, 2006 05:05 PM | Voz do Seven 2 | Voz no SAPO.pt


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