(opinião de Goulart Medeiros)
![]() GOULART MEDEIROS |
Está por marcar o funeral da primeira vítima da cannabis A cannabis pode vir a ser utilizada no tratamento de doenças terminais e dores crónicas, segundo prescrição médica. |
quem
é Goulart Medeiros
goulartmedeiros@hotmail.com
Goulart
Medeiros Democracia Directa
Criar um outro
mundo é possível para combater esta Globalização. Para estas
lutas, todos não somos demais. A reinvenção do mundo em que
vivemos é uma tarefa apaixonante que pode e deve ser empreendida
a partir de agora. Este é o meu desafio. Se quiseres, será o
teu também.
Está na hora de passar à Democracia Directa!!!
A cannabis pode vir a ser utilizada no tratamento de doenças
terminais e dores crónicas, segundo prescrição médica. A
prescrição da cannabis deve ser autorizada pelo Ministério da
Saúde e deverá ser distribuída aos doentes através das
farmácias hospitalares.
A planta do cânhamo, cannabis sativa,
possui cerca de 60 agentes diferentes, dos quais o mais activo é
o tetrahidrocannabinol.
A lei portuguesa considera consumidor quem possua até 7g de
haxixe ou 25g de folha de cannabis. Em Portugal, a utilização
recreativa da cannabis, seja sob a forma de marijuana (as
extremidades secas da planta) ou haxixe (resina recolhida das
flores e folhas superiores), deixou de constituir um crime e
passou a contra-ordenação, com aplicação de penalizações.
O uso medicinal da cannabis já se encontra regulamentado em
vários países.
No Canadá alguns pacientes estão autorizados a possuir a
substância para fins terapêuticos -, de seis estados dos
Estados Unidos da América e da Holanda, em que a venda da
cannabis em farmácias, mediante receita médica, foi autorizada.
Na Catalunha, é possível ter-se até três plantas por pessoa.
Admito que o consumo prolongado da cannabis possa produzir
efeitos secundários à saúde de alguns consumidores, os efeitos
a longo prazo do consumo da cannabis, mesmo que efectuado numa
base regular, são limitados.
Ainda está por marcar o funeral da primeira vítima da cannabis.
O Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed)
deverá actualizar os limites da utilização terapêutica da
cannabis, bem como controlar a existência e circulação da
substância nas farmácias hospitalares.
Depois de concedida a autorização do Ministério da Saúde, os
pacientes que pretendam utilizar a cannabis seriam identificados
através de um cartão que assinale a sua autorização e posse
de algumas plantas por habitação.
Se também acreditas que um outro mundo é possível, está na
hora de passares à Democracia Directa!
Quem manda no mundo são os activistas
O Anarquismo por uma Globalização Alternativa.
A Democracia Directa pelas tuas mãos
Neves, AJ | janeiro 20, 2006 05:05 PM | Voz do Seven 2 | Voz no SAPO.pt