Impunha-se a mudança e a revolução passou por aqui!
Os nossos habituais (e fiéis) leitores já certamente notaram (quiçá de mediato) que houve transformação profunda no Voz. Acreditamos que alguns até terão murmurado "... então aquele gajo rouba-nos o Bolero, priva-nos do melhor dos xanax(es) para aguentar as patacoadas que escreve?"
Teve que ser, caros amigos. Por imperativos técnicos, tivemos que cortar a entrada triunfal do Bolero de Ravel na abertura do Voz do Seven, mas, em passe de mágica, e em sinal de que não somos assim tão insensíveis quanto possamos deixar transparecer, colocámos uma ligação (bem visível ao alto e à direita) a página onde podereis usufruir do prazer dos acordes da maravilhosa obra musical para ballet composta em 1928 pelo francês Maurice Ravel.
Inevitavelmente alguns se perguntarão (ou se desejarmos, perguntar-se-ão) das razões que nos levaram a tal atitude e como temos a mania das "justificações" aqui ficam elas. Razão única e objectiva... descobrimos que a "abertura" do Voz do Seven estava a ser insuportavelmente demorada e irritante até para o mais calmo dos mortais. Interrogar-se-ão novamente... " mas só agora é que viste isso?" É verdade, caros leitores... recuemos no tempo e recordemos que em "ninguém merece" era relatado que tínhamos perdido um rol de programas do "office" e até pedíamos ajuda para nos indicarem um (programa) que nos permitisse manipular imagens (atendeu-nos o sobrinho de Lisboa que, ao que nos consta, teve a felicidade de descobrir as belas paisagens do Douro).
Mais... dias depois dos citados entraves, escrevemos em "... de volta" que o problema se tinha agravado. O áudio do computador tinha "pifado" e, consequentemente, desaparecido o contacto com a música e, mais grave ainda, com a Antena 1 que nos levava a atravessar o Atlântico.
Não acreditamos em bruxas, mas segundo dizem, elas existem... e então não nos perguntem (ainda) porquê como tudo voltou ao normal (ou quase) na Quinta-Feira passada (apesar de que foram feitas algumas experiências, umas erradas e aqui é que as bruxas entram, à distância com um grupo de técnicos do Linha Defensiva). Voltou o Paint, o Word, o FrontPage... o áudio... e então é que nos apercebemos que se tornava (quase) impossível a abertura do Voz enquanto Ravel era homenageado pela Orquestra Sinfónica de Ljubljana (Lubliana).
Em atitude verdadeiramente revolucionária (e não apenas evolucionária, porque aqui os "erres" não caem) e (também) com aquele radicalismozinho que nos ataca de vez em quando, deitámos mãos à obra.
Colocámos o Bolero noutra página, ajeitámos o Arquivo, que é merecedor de um visita nem que seja para nos apontarem imperfeições, cortámos alguns links com imagens e outras coisinhas que não merecem destaque... tudo em prol para tornar o Voz do Seven "menos pesado" e ao mesmo tempo aliviar o seu espaço disponível, porque ele já vai nos 60 por cento de ocupação cedido pelo Weblog.pt, diremos talvez que é carro já com 60 mil quilómetros ou homem com 60 anos e todos sabemos que tanto um como outro já terão de medir muito bem os voos em que se metem.
Explicada que está a falta de (novas) entradas nos últimos dias, deixamos uma palavra de tranquilidade (e agradecimento) ao amigo Alípio pela preocupação que a nossa ausência lhe provocou e resta dizer que estamos de regresso, ainda não sabemos com que força (a amada nevrite ainda dá sinal de si de tempos a tempos), mas estamos aqui prontos para navegar, porque navegar é preciso, pá.
Neves, AJ
| janeiro 27, 2006 10:49 AM
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Voz do Seven 2 |
Voz no SAPO.pt
A minha preocupação não é de forma alguma para me agradeceres e, muito menos, em duplicado. P'ra mim, as pessoas das minhas relações são ordenadas do seguinte modo: conhecidos, bons conhecidos e amigos. Os primeiros (alguns), talvez pensem em mim como amigo, me tenham nessa conta e eu... agradeço-lhes...! mas então?!, porque não o provaram?!. Mesmo assim... obrigadinhos pelo encómio. Os últimos; preocupamo-nos com eles, queremos que estejam bem, saber se lhes aconteceu algo de mal... enfim...! esses são os que compõem a minha lista de amigos. Estes..., lembro-me muito bem...!, a atenção e as provas de amizade que me manifestaram; oferecendo-me ajuda, ouvindo-me nas minhas dificuldades, nas más horas... retribuindo-lhes, ouvindo-os quando foi preciso, dando-lhes toda a atenção. Muitos dos outros, foram uma fraude. Sendo tú um «rapaz» bem mais novo do que eu, não foi a diferença, impeditiva, de alguns (mútuos) desabafos, consolando-me o facto de até hoje, não ter motivos para pensar, que alguma vez nos deixámos ficar mal. Por estas razões, podes crer que constas, sem qualquer dúvida, da citada (curta) lista. Nesta matéria o meu conceito é muito sério; amigo, é sempre amigo nos bons e maus momentos. Abaixo a fraude!!! Em relação às tuas (curtas) ausências, não têm que ser justificadas até à exaustão como o fazes aqui. Se fazes o favor de nos presentear com trabalho (com tanto trabalho?!), pelo qual não somos cobrados, que mais podemos exijir??? Que não te aconteçam é mais cobrões, ou "filhos desses cobrões", etc... etc... é o que este amigo te deseja. Um grande abraço. Alípio Calisto