março 25, 2004
EURO2004 a 8 mil Km – II
Álbuns de Fotos

Euro 2004 a 8 mil Km –II

Portugal   2 – 0    Rússia

GruposCalendário e ResultadosClassificaçãoFase FinalQuadro de Honra
Introdução ao Euro 2004Euro 2004 a 8 mil Km IEuro 2004 a 8 mil Km III
Euro 2004 a 8 mil Km IVEuro 2004 a 8 mil Km VEuro 2004 a 8 mil Km VI

Três pontos… finalmente!

E o Kinas sorriu!
Finalmente!
Festejou, mas não muito... é que vem aí a Espanha e para passar à Fase Final torna-se imperioso vencer "nuestros hermanos". Por força dos regulamentos, na Fase de Grupos, o primeiro critério de desempate entre duas equipas empatadas em pontos é o resultado do desafio entre as duas equipas em questão. Ora como Portugal (agora com 3 pontos) perdeu para a Grécia e atendendo que a selecção helénica soma 4 pontos e a Espanha também (com desvantagem de 1 golo para os gregos) só a  vitória ante os espanhóis é solução lusa para ultrapassar aquelas duas marcas. Registe-se que a surpreendente (para a Imprensa, diga-se de passagem) Grécia está praticamente nos Quartos-de-Final e só uma goleada imposta pela Rússia e uma vitória magra de Portugal sobre a Espanha a impediria de prosseguir na prova. Assim, antevê-se que será o resultado da "grande final" entre nós e os nossos vizinhos que determinará a selecção que vai acompanhar a Grécia para a segunda fase da competição. Repita-se que qualquer resultado que não a  vitória da Equipa das Quinas nos eliminará.
Guardem-se, pois, os foguetes para o finalzinho do desafio de Domingo, 20 de Junho (19:45 horas) a disputar no Estádio Alvalade XXI.
Quanto ao jogo de Portugal ante a Rússia que terminou com uma vitória lusa por 2–0, deixo as crónicas para os entendidos e só irei aqui estampar uma consideração sobre aquilo que vi, direi melhor sobre aquilo que a minha mente percebeu, pois nunca é demais lembrar que cada um de nós tem a sua maneira de ver as coisas. Inevitavelmente focarei a "modificação" quase que radical na constituição inicial da Selecção Nacional Portuguesa (realço o termo modificação, pois a palavra revolução empregue pela imprensa portuguesa parece que irritou Scolari). Retomemos. Entendeu, então, o nosso seleccionador nacional mexer na equipa (como se impunha) e de imediato gostei da presença de três pedras no onze inicial. Que me desculpem os outros, sejam eles quais forem (com fama ou à procura dela), mas as presenças de Deco, Ricardo Carvalho e Nuno Valente impunham-se. E é quanto a esta mexida que teço, atrevida e respeitavelmente, "críticas" à pessoa de Luiz Felipe Scolari por andar mais de ano e meio à procura de coragem para "substituir" os intocáveis(?) Couto e Rui Costa, o que até me levou a supor que afinal a auréola de "durão" no caso Romário se tinha esfumado em terras lusas e só se activou ante a derrota com a Grécia.
Seria este tipo de comentário que Scolari temia ao ser focada a "revolução" na equipa?
Bem, não interessa por agora. O que conta é que a qualificação é possível.
Não pretendo desestabilizar e seja dito que como treinador sou "um zero à esquerda". Estou com Portugal, com Scolari, com Figo, com Deco.. com este, com aquele... estou com a Camisola das Quinas.
Termino com o desejo de união e seja qual for o onze que Scolari escalar, nós portugueses estamos, teremos de estar num "Bate-Coração" bem forte pela Selecção Nacional Portuguesa.

GruposCalendário e ResultadosClassificaçãoFase FinalQuadro de Honra
Introdução ao Euro 2004Euro 2004 a 8 mil Km IEuro 2004 a 8 mil Km III
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Neves, AJ | março 25, 2004 11:23 AM | Voz do Seven 2 | Voz no SAPO.pt


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