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  O ATLÂNTICO É DEMASIADO PEQUENO

Terra adoptiva
São Paulo

 

Terra Mãe
Santa Comba Dão

julho 25, 2008

Açúcar em pacotes

(cremos que sem morangos)

CLICARVirá a propósito desta exposição de COLECÇÕES DE PACOTES DE AÇÚCAR (a realizar de 1 a 31 de Agosto na Biblioteca Alves Mateus sita na ditosa Santa Comba Dão) dizer que pelo Brasil, pelo menos por São Paulo, não existe o hábito de servir o cafezinho (café expresso, bica para os portugueses) com pequenos pacotes de açúcar, afinal a dose que se acha certa para temperar aquela deliciosa bebida reconfortante quer no Verão quer no Inverno. É verdade que já nos serviram café acompanhado de pacote de açúcar de forma cilíndrica em que a altura é muito maior que a base para se poder chamar de pacote e antes lhe chamássemos canudo fechado, mas por aqui a regra é facultar ao apreciador de café um açucareiro como nos bons velhos tempos em Portugal, opção a que não deve ser alheio o facto de o Brasil ser grande produtor daquele alimento que desde há séculos o homem aprendeu a extrair de uma cana.
Não podemos ser exactos mas não erraremos  muito se dissermos que conhecemos os pacotes de açúcar há umas três décadas e meia (por baixo) sendo que ainda nos lembramos de a bica ser servida em açucareiro e posteriormente com pequenos cubos de açúcar devidamente embalados em doses individuais. O Pacote de Açúcar, inicialmente em doses de 12-15 gramas talvez (hoje menos de 10g), revolucionou a forma de trabalhar nos estabelecimentos da especialidade  (cafés e pastelarias, em suma a padaria por terras brasileiras) transmitindo a ideia de maior higiene, ser de uma praticidade espectacular e poupando inclusive uns cobres ao proprietário que não se via obrigado a estar fornecido de quantidade substancial de recipientes, os açucareiros, já o que se via bastas vezes era o empregado de mesa (o garçom) ser obrigado a cirandar de mesa em mesa a perguntar a cada cliente se já se tinha servido para que outro o pudesse fazer. Produto verdadeiramente revolucionário, registe-se, portanto.
Resta ainda dizer que a colecção de pacotes de açúcar se tornou possível graças à publicidade, comercial e institucional, feita neles que por variadíssima permite aos entusiastas coleccionadores se dedicarem a um passatempo que embora por vezes se possa tornar dispendioso (depende dos objectos a coleccionar) tem a grande vantagem de despertar a capacidade organizativa e de até  juntar a família à sua volta.

julho 21, 2008

Alves Mateus sugere Prémio Camões

PhotobucketUma das sugestões de leitura que a Biblioteca Municipal Alves Mateus da nossa cidade de Santa Comba Dão nos oferece para esta semana é A Ordem Natural das Coisas de António Lobo Antunes, autor português já consagrado que, curiosamente, irá receber no próximo dia 25 de Julho o Prémio Camões 2007 das mãos dos Presidentes da República de Portugal e do Brasil, respectivamente Cavaco Silva e Lula da Silva. Este ano a cerimónia de entrega do mais alto galardão literário em português, criado em 1988 por aqueles dois países lusófonos, terá lugar na capital portuguesa.
Sobre o Prémio e sobre o escritor já algumas vezes proposto para o Nobel da  Literatura e que está a começar a ser, finalmente, divulgado pelo Brasil pode o caro leitor esclarecer-se acedendo ao Blogue da Embaixada já que agora é nosso desejo louvar aquela forma de motivação de leitura da parte da Biblioteca ao recomendar no sítio oficial da Autarquia e nos jornais regionais um ou dois livros por semana do seu vasto "fundo documental" convidando o leitor a visitar o seu espaço e fazer a requisição para empréstimo domiciliário gratuito da obra que desejar. Verdade que estas propostas não são de agora tanto que nós antes de atravessarmos o Atlântico (e estamos por cá há seis anos) já aproveitávamos essas benesses, mas nunca é demais fazer destaque para lembrar que a Biblioteca Municipal Alves Mateus está à disposição dos santacombadenses (e não só, claro) que poderão ainda usufruir da consulta a livros técnicos e leitura de jornais e revistas.
Mas esta entrada dedicada à nossa Biblioteca e a Lobo Antunes traz um pouco de água no bico, já que desejamos endereçar um pedido aos responsáveis da citada e em especial ao Pelouro da Cultura da Autarquia que a administra. Esse pedido é simples, muito simples e só necessita de um scanner, de boa vontade e claro, de alguém brioso no que faz (nem é necessário ser grande técnico) para colocar na rede das redes as páginas do livro Nas Terras do Grão Pará existente na Biblioteca e da autoria do santacombadense Henrique Gonçalves (pai do distinto Lauro Gonçalves) que nos narra a sua epopeia por terras amazónicas nos princípios do século passado. Acreditai ó gente da minha terra que dos esquecimentos que a mente nos vai oferecendo ao longo da vida, este de termos deixado na nossa santa terrinha as fotocópias (xerox) das páginas do referido livro foi desleixo que por vezes nos apoquenta e é lacuna que Voz do Seven lamenta bastas vezes. Se entretanto este texto for lido pela mais caridosa das almas que tenha possibilidade em satisfazer-nos este capricho e tenha um scanner à mão, pois que nos envie as imagens das páginas que nós trataremos de compilar a obra em documento PDF e colocá-la no ar, embora arriscando uma chamada de atenção da parte dos legítimos proprietários dos direitos autorais, mas estamos cônscios que não seremos chamados à pedra.

julho 20, 2008

Festa em Santa Comba Dão

Esta semana há festa no Espaço Santa Comba. É o FREGUESIA EM FESTA. É uma organização da Junta de Freguesia e podemos considerar que é uma festa caseirinha com artistas santacombadenses e das redondezas. Digno de nota é a realização da II Mostra Gastronómica.

JULHO
24
, 25, 26 e 27

AGOSTO
 13
, 14, 15, 16 e 17

Photobucket Photobucket

entrada livre

entrada paga (5 euros)
dias
15
e 16

Mas para meados de Agosto teremos a Festa Grande, AS FESTAS DA CIDADE DE SANTA COMBA DÃO, chamadas antigamente também de Festas dos Bombeiros porque eram organizadas por esta Associação. É uma organização já mais ambiciosa e trará até terras da Beira nomes badalados da música portuguesa entre os quais José Cid que alegrou em tempos idos os agora cinquentões e sessentões e que há umas dezenas de anos, quase três talvez, não chegou a actuar numas Festas de Bombeiros realizadas no Largo da Feira devido a forte trovoada que interrompeu o fornecimento de energia eléctrica. Claro que o cachet do músico cantor de Portuguesa Bonita teve que ser pago, mas o homem, autor também de addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye, garantiu ao povo voltar um dia gratuitamente... será que esta sua visita é o cumprimento da promessa ou promessas leva-as o vento?

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Cada uma das imagens publicadas leva a cartaz/programa ampliado e atente-se que na véspera do início das Festas da Cidade, afinal do Concelho/Município, terá lugar a inauguração da ExpoColumba'08, a I Feira de Actividades Económicas Sociais e Industriais do Concelho que se prolongará até ao final das festas.


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